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31 da Sarrafada

31 da Sarrafada

13
Ago10

|| O Livro Vermelho

Mr Simon

 

 

E agora Pedro Passos Coelho por interposta pessoa, Paulo Teixeira Pinto, mete o rabinho entre as pernas, arruma a viola no saco (como quiserem), que é como quem diz esquece um capítulo do projecto de projecto de revisão constitucional. O PSD já não é, por vontade própria, o projecto pessoal de poder de Cavaco Silva, mas Cavaco Silva como soe dizer, don't give a shit e estica a corda e a ver vamos, como diz o cego, quem estica do outro lado, no lado do PSD. É a época de incêndios.

 

08
Jul10

|| Poesia em estado líquido

Mr Simon
20
Jun10

|| As pessoas (e as coisas) têm a importância que cada um lhes quiser dar

Mr Simon

 

 

 

(É)ra realmente fundamental importante a presença do Presidente da República? É que daqui por 100 anos José Saramago vai continuar a ser lido e estudado e Cavaco Silva não vai ser mais que um quadro a óleo num corredor do palácio de Belém.

 

(Imagem FPG/ Getty Images)

 

 

 

10
Jun10

|| Um estranho conceito de Democracia

Mr Simon

 

 

 

«"Quanto mais se exige do povo, mais o povo exige de quem os governa", advertiu.»

 

Errado senhor Presidente. Quem governa até pode nem exigir “a ponta de um cabelo” ao povo que o povo tem o direito (e o dever) de exigir tudo a quem o governa. É para isso que há eleições, é para isso que são eleitos, e é assim que funciona a Democracia. Quem não quer responder perante as exigências daqueles que governa não se candidata. Ou então suspende a Democracia.

 

(Em stereo)

 

 

 

 

30
Abr10

|| Como diz “o outro”: há muita fraca memória na política e nos políticos…

Mr Simon

 

 

 

 

Até aqui tudo bem. O problema reside na ganância do lucro e na ausência de regulação e fiscalização pelas entidades competentes, que é como quem diz o Estado. Trocando por miúdos: as grandes construtoras ganham a adjudicação da obra que depois é executada com recurso a empreitadas, desdobradas em subempreitadas e em subsubempreitdas, e que para serem minimamente rentáveis recorrem a mão de obra estrangeira, por mais barata que a nacional, sem contratos de trabalho, com cargas horárias desumanas, sem regalias sociais, e maior parte das vezes imigração ilegal. E este modus operandi teve um “pai”.

 

(Em stereo)

 

(Image from the Tod Browning’s movie ‘The Show’, 1927)

 

 

 

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