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Hoje a Operação "Um gravador para o Ricardo" chegou à sua segunda fase: ir ao Parlamento, em dia de discussão da moção de censura ao Governo apresentada pelo PCP, e entregar em mão um CD, que continha a música feita pelo Michael Jackson & Lionel Richie, completamente assassinada pelo músico do 31 da Sarrafada e com letra de João Moreira de Sá.
Entregar o CD e explicar ao deputado Ricardo Rodrigues esta nossa acção de solidariedade eram os objectivos principais que foram totalmente cumpridos, apesar de ao deputado do PS lhe fazer mais sentido, à primeira vista, pegar no fundo e "irmos todos jantar".
O encontro aconteceu na zona de fumo da AR (a varanda principal que dá para a escadaria frontal) e não poderia ter sido mais agradável. Ricardo Rodrigues demonstrou um fair play que lhe desconhecíamos e até fez uma piada que se realmente lhe queríamos oferecer um gravador que fosse "um daqueles pequenos e digitais" porque "os grandes dão-me muitos problemas".

Só depende de todos vocês se o deputado Ricardo Rodrigues vai receber ou não o gravador.
Por cada 2000 visualizações no YouTube ou 500 downloads gratuitos do tema, adicionaremos €5 ao fundo "Um Gravador para o Ricardo", até ao valor máximo de €30 que usaremos para comprar um gravador para oferecer a Ricardo Rodrigues. É só clicar.
Fernando Fonseca deseja agradecer ao Carlos N. Lopes (PSD), Diogo Belford (CDS), Pedro Sales (BE) e, last but not least, Jorge Seguro (PS) pela atenção e apoio prestados durante o tempo passado dentro da Assembleia da República.
Foto: Pedro Figueredo
Anda-se a falar muito dos outdoors do novo Mitsubish ASX porque utiliza o Facebook como peça central da sua campanha. Utiliza o Facebook e utiliza mal o Facebook. E porquê? Porque a [introduzir substantivo aqui] da agência decidiu ser inovadora (dizem eles) e ter um perfil, como qualquer perfil pessoal, e não uma página.
Paulo Querido-gasta-palavras-para-mostrar-que-nao-percebe-o-facebook-
Apesar de ter gerado mais algum tráfego para o perfil do ASX, o que até acaba por ser positivo.
Mas vamos por partes.
Como primeiro ponto gostaria de sublinhar que os “amadores” conseguiram através do outdoor chamar a atenção a alguns “iluminados” que quando chegaram a casa, ligaram o computador, entraram no facebook e pesquisaram o conteúdo ASX. Talvez por ser um outdoor inovador e diferente do que já se viu até hoje. Menos mau.
Depois os mesmos “amadores” conseguiram criar algo que não é muito normal, ou sejam, decidiram estratégicamente não fazer o que milhares de marcas de todo o tipo fazem no facebbook, criar páginas ou grupos de fans. Pois é, os amadores decidiram tratar o ASX como uma pessoa, e vai dai criaram um perfil como se de uma pessoas se tratasse. Talvez por isso só os amigos tenham acesso á informação completa deste novo amigo. Talvez seja este o interesse dos amadores. Partilhar informação apenas com quem a quer partilhar. como nós fazemos com as nossas páginas pessoais.
Sobre o guia (muito) básico do facebook, convido os “profissionais” como o Paulo Querido a lerem bem o que está escrito. Essa leitura começa por uma boa tradução para Português do guia (de sugestões e não de regras) que está escrito originalmente em inglês.
Já o comentário do querer ser “cool” teria de me explicar melhor o que quer dizer, mas se ser “cool” é fazer campanhas integradas com ligação online/offline, como fazemos por exemplo para as marcas meo, tmn, staples, mimosa, BPI, e claro mitsubishi, só para citar alguns dos nossos clientes, então é isso que fazemos diariamente, e com resultados comprovados, em notoriedade, em vendas e em criatividade.
Eu iria mais longe: o pagamento das despesas fixas – água, luz, renda da casa, etc – seria efectuado pela entidade empregadora, para o caso O, El, The, Le, Estado – por desconto automático na folha de ordenado, o restante seria pago através de um cabaz de compras, marcas brancas, entregue ao domicílio por beneficiários do Rendimento Social de Inserção requisitados para o efeito. Ou talvez não… Pensando melhor o salário deveria ser pago em sal para fazer jus ao nome.
(Imagem)
As imagens falam por si e não precisam de tradução. Um jornalista espanhol em Hamburgo decidiu demonstrar que os adeptos do Atlético eram uns gajos generosos e decidiu fazer alvo da sua chacota um sem abrigo. Risos e fanfarronice q.b., o apontamento de reportagem foi acompanhado em estúdio com gargalhadas.
O jornalista, ou talvez deva dizer o filho da puta, passados uns dias pede desculpa em estúdio mas as desculpas não pegam de todo (e o meu castelhano é melhor do que o do Engenheiro, pelo que faço esta afirmação com toda a legitimidade)
O que este jornalista, ou talvez deva dizer filho da puta, merecia era ter que passar umas noites na rua ao frio em Hamburgo. Com sorte passavam uns skinheads por ele e davam-lhe uma carga de porrada por ser emigrante, filmavam a cena toda e punham no YouTube. Talvez assim percebesse a filha da putice que fez.
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