Espólio Sarrafeiro
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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

Maioria alargada é exactamente o quê???

Quis-me cá parecer no meu entendimento que é o mesmo que uma maioria absoluta que pediu ajuda ao Querido, Mudei a Casa pra ter um aspecto diferente dentro das mesmas velhas paredes-mestras...

 

Se falhei no meu fraco entendimento político, alguém tenha a bondade de me corrigir e explicar; se não falhei, se não passa de uma nova expressão pra "Quero governar sem ter que negociar ou fazer concessões com os meus partidos-colegas (e não colegas de partido)", então passem bem obrigada!

 

Cá eu, se mandasse neste país, não dava maioria absoluta a ninguém, ai nem que se pintassem! Se os partidos não são capazes de tentar entender-se uns com os outros para servir o país governando-o (e não governando-se), então não me merecem nenhuma confiança.
Viu-se o que, até agora, fizeram os governos de maioria absoluta... oh se viu!!!

 

A meu ver, com os políticos que temos, uma maioria absoluta não passa de um governo ditador democraticamente eleito de quatro em quatro anos.

 

Pronto. Hoje acordei em esquerda radical mode. Algum problema? Queixem-se à Sôdona Catarina - aprendi com ela a dizer exactamente o que penso, e tenho carta branca pra me exprimir à minha guisa: carta essa assinada pela própria e com assinatura reconhecida.

E disse. Prontos!


sinto-me: Assim tipo coisa, e atão?

Uma Sarrafada de: Vitriólica às 07:38
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

 

 

Fiz quase uma espécie de juramento que não iria escrever sobre as presidenciais. Contudo, ontem aconteceu algo que não podia deixar passar, pelo simples facto de que pode ser perigoso habituar o povo às naturais consequências políticas quando alguma coisa corre mal. Assim, até dão a ideia que vivemos numa democracia madura e em perfeitas condições de funcionamento.

 

Reeleição do inquilino de Belém à parte, a verdade é que a trapalhada que se verificou com os cartões de cidadão no dia das eleições tem dado que falar. O assunto foi noticiado em larga escala (conseguiu colocar mesmo para segundo plano as declarações habituais dos protagonistas num dia em que muito pouco teriam a dizer - até ao encerramento das urnas, obviamente) e amplamente debatido nas redes sociais do costume.

 

Como não podia deixar de ser, houve logo quem tivesse pedido a demissão do ministro Rui Pereira, mas acabaram por ser dois directores-gerais (da administração interna e da administração eleitoral) a despedirem-se dos respectivos cargos.

 

Em circunstâncias normais, a decisão seria encarada como natural. O problema é que num país onde a culpa morre sempre solteira, desta vez não pode haver excepção à regra e mesmo com o pedido de demissão de Paulo Machado e Jorge Miguéis, o ministro ainda está a ponderar se neste caso a culpa muda de estado civil.

 

Compreendo a relutância de Rui Pereira. Afinal de contas, é um perigo para o 'normal' funcionamento da nossa imatura democracia, abrir tão grave precedente. Aceitar o duplo pedido de demissão seria reconhecer a culpa dos directores-gerais e isso, no futuro, sabe-se lá que caixa de Pandora poderia abrir.

 

Já não bastou o então ministro das Obras Públicas, Jorge Coelho, ter feito o mesmo na sequência da queda da ponte de Entre-os-Rios. O mais curioso - se chegaram a abrir o primeiro link - é que a mesma pessoa que exigiu agora o saída de Rui Pereira, se este tivesse vergonha na cara (acrescentou a mesma figura é bom que se relembre!), foi o mesmo que, tantos anos depois, veio manifestar a sua incompreensão pela demissão de Jorge Coelho, por ter tido, e passo a citar, uma «responsabilidade muito indirecta» no assunto.

 

Neste caso do cartão do cidadão, o Governo acabou por sofrer um choque tecnológico, ainda que de baixa voltagem. Afinal, com tamanha percentagem de abstenção, que mal tem uns eleitores (número indefinido e que não se saberá nunca ao certo) terem ficado sem a possibilidade de exercerem o seu voto? Da próxima corre melhor. É preciso é seguir em frente.

 

Porque quanto às demissões, veja lá senhor ministro, se passa um pano por cima disso - esse preto (do uso) que têm por aí, para estas ocasiões -, para não nos habituarem mal. Normal em Portugal é ninguém ter culpa de nada. Nem que para isso se tenha de mentir. Mas só depois de se ter bebido uns copos de água da Polícia Judiciária, claro!

 

Imagem: "Ten BoxesAttributionNoncommercialShare Alike Alguns Direitos Reservados por jspad

 

 



Uma Sarrafada de: Pedro Figueiredo às 10:23
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