Espólio Sarrafeiro
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Antes de começar, quero pedir desculpa aos fieis seguidores do Corta-fitas, 31 da Armada e Albergue Espanhol, por não os atacar num post feito por mim e desta forma, não dar margem aos comentários construtivos, que tanto se têm esforçado, por cá deixar.

 

Posto isto...

 

Desde que Fernando Nobre se apresentou como candidato, há cerca de um ano, que venho a seguir os seus passos (sim uso o 4SQ) com bastante curiosidade. Acho, como qualquer pessoa decente, que Fernando Nobre é provavelmente das pessoas mais inatacáveis em Portugal e no mundo, ao contrário dos seus dois principais rivais, um que é Poeta e outro que foi o grande condutor da desgraça do país.

 

(Não me consigo esquecer que nos últimos 30 anos, por duas vezes a polícia foi instigada a carregar na população. Sempre a mando do mesmo primeiro-ministro)

 

Durante este ano que decorreu, assisti a um fenómeno interessante.

A candidatura que mais se sentiu afectada por Fernando Nobre e que mais o atacou, principalmente online, foi a do Francisco Lopes.

Confesso que não esperava tal coisa e não encontro muitas explicações, a não ser a de um certo receio de que o eleitorado comunista se identifique com a acção de Fernando Nobre, que teorias aparte, fez o que poucos se atreveram a fazer.

Arregaçou mangas, seguiu os seus ideais e realmente... mudou o mundo, mesmo que uma pequena parte deste. Nobre fez mais que a caridadezinha de que a maior parte dos comunistas, on-line, o acusam.

Nobre não se acomodou e ao longo da sua vida criou soluções em zonas pobres, remotas, fustigadas pela guerra ou muitas vezes ainda em guerra.

Fez mais do que só resolver problemas, ajudou a curar alguns males, criou escolas, ajudou a fazer crescer economias locais.

 

E a resposta dos comunistas foi, uma chuva de mentiras, de ataques despropositados e de tentativas de descredibilização, primeiro da pessoa, depois da própria AMI. E, sinto-me perfeitamente à vontade para falar disto, porque, não só partilho o mesmo cartão com os meus caríssimos camaradas, como tive um dia o privilégio de conhecer Fernando Nobre e fazer parte da pequena equipa que gravou a sua biografia, num documentário intitulado "Nunca é meia noite, dr Nobre".

Cheguei a ler no Facebook, que a composição do conselho de administração da AMI, composto em parte por familiares de Fernando Nobre, era um presságio, para os nomes que fariam parte da estrutura da Presidência caso fossem eleitos. Ridículo. Má fé. Falta de princípios democráticos.

 

E esta história de vida, que tantos acham que não dá "Curriculum Político" necessário a exercer um cargo de cidadania como o de Presidente da República, que tanto assusta os comunistas.

 

É que Fernando Nobre foi o único a AGIR numa área tão querida da esquerda portuguesa, a da Solidariedade entre os Povos. E é isso que tanto assusta os jovens comunistas, principalmente... os jovens comunistas...

 

É que, um dia, houve alguém que ousou fazer aquilo que estes jovens tanto defendem mas nunca tiveram coragem de o fazer.

 

 

(esta situação irrita-me bastante, porque não é neste tipo de "fazer politiquice" em que eu acredito. E vindo de onde vem.. custa)

 

 

P.s. -  E com este post, ganho uns novos "amiguinhos" pela blogosfera.


sinto-me: Desiludido
música: Comandante Che Guevara

Uma Sarrafada de: calvas às 17:04
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4 comentários:

João Oliveira @ 18:45

30/12/10

'Arregaçou mangas, seguiu os seus ideais e realmente... mudou o mundo, mesmo que uma pequena parte deste. Nobre fez mais que a caridadezinha de que a maior parte dos comunistas, on-line, o acusam.
Nobre não se acomodou e ao longo da sua vida criou soluções em zonas pobres, remotas, fustigadas pela guerra ou muitas vezes ainda em guerra.
Fez mais do que só resolver problemas, ajudou a curar alguns males, criou escolas, ajudou a fazer crescer economias locais.'

política à parte, não é esse o papel do Presidente da AMI?

calvas @ 21:23

30/12/10

Essa é a questão, não existe aqui um "politica à parte"...
O que ele faz também é politica. E a AMI é obra dele...

A questão aqui é.. ele fez aquilo, que a maior parte dos militantes gostariam de ter feito, mas não têm coragem.

João Oliveira @ 21:08

4/1/11

falando então de política: o que é que a experiência dele na AMI pode vir a trazer de bom para Portugal?

Delgado @ 13:33

15/1/11

Li atentamente o post e gostei muito. Bem haja post que falem de factos e não lavem roupa suja.

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