Espólio Sarrafeiro
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Domingo, 5 de Dezembro de 2010

De resto, isto mostra a política no seu esplendor. Não sabemos nada sobre a fonte de informação nem sobre os financiamentos da Wikileaks. Sobre Julian Assange ou sobre quem o ajuda. A diplomacia americana sofreu os efeitos de um devastador Katrina. Nunca mais será a mesma e levará anos para se reerguer. Estão afectadas as relações com dezenas de países, queimadas fontes de informação e até prejudicados aliados e amigos. Os interesses americanos foram profundamente afectados. Jose Luis Zapatero e Silvio Berlusconi saem humilhados, Hamid Karzai ou Vladimir Putin são arrasados. Isto, em apenas uma semana, pois faltam 249 mil documentos. A internet vai perder brevemente as liberdades de que ainda dispõe.

 

 

 

O tudólogo Luís Naves escreve no Albergue este chorrilho de disparates sem sequer parar para respirar e ao fazê-lo tenta lançar a suspeição sobre o fundador da WikiLeaks, Julian Assange.  A táctica é bem conhecida e tem sido aplicada pelo spin norte-americano nos últimos dias.

 

Não sabe nada sobre os financiamentos da WikiLeaks? Eu explico, Luís: a WikiLeaks é financiada pela comunidade de activistas e hackers que existem por esse mundo fora, a mesma que recolheu $200000 quase de um dia para o outro para financiar o projecto diaspora*.

 

 

Não sabe quem é Julian Assange? Eu explico, Luís: Julian Assange é alguém que através do seu modus operandi conseguiu que as pessoas que acham que algo está muito mal dentro das organizações onde trabalham, confiassem nele para ele colocar no domínio público informações que provam, sem lugar para dúvidas, as mentiras que se andaram a contar à opinião pública.

 

O Luís, no seu post, como tudólogo que é, está todo preocupado com os interesses Americanos, com Zapatero, com Berlusconi, com Karzai, com Putin. Nem uma referência a Sócrates ou a Luís Amado até é de espantar. Está preocupado com tudo, menos com a verdade.

 

Na sua imensa sabedoria, ao Luís Naves escapa-lhe apenas um pormenor, devido ao vento que se faz sentir por certo: Se os dirigentes mundiais não tivessem feito o que fizeram não teriam nada a temer. Fizeram-no a coberto da impunidade que acharam que tinham e tiveram azar pois a informação foi passada a Julian Assange que teve a coragem de a colocar em domínio público.

 

Luís Naves diz que ainda não viu ninguém olhar para isto do ponto de vista de Hillary ou de Obama. Eu também ainda não vi ninguém por cá a denunciar os ataques aos servidores da WikiLeaks por parte do governo norte-americano. Aparentemente cada um fala do que quer o que para o Luís Naves deve ser uma chatice mas é um dos princípios fundamentais da Internet: a liberdade de expressão.

 

Por último Luís Naves diz que a Internet vai perder as liberdades de que ainda dispõe. Não sabia que o tudólogo Luís Naves andava metido nas negociações do ACTA e da Neutralidade da Internet. O argumento que apresenta, a ameaça é em tudo similar à do Departamento de Estado Norte Americano que mandou as Universidades Americanas avisarem os seus alunos que falarem do caso Wikileaks e CableGate no Twitter ou no Facebook poderia ser prejudicial para o seu futuro: é a política da ameaça e do medo. E eu digo-lhe Luís Naves: Assim não!!

 

 

Imagem: "A Donkey for Lisa"  AttributionNoncommercialShare Alike Alguns direitos reservados por Zanthia



Uma Sarrafada de: FF às 16:48
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24 comentários:

Luís Naves @ 17:39

5/12/10

Insultar é fácil. Se você acha que está esclarecido, quem sou eu para levantar uma questão?

FF @ 17:56

5/12/10

Luís, vir para aqui com esse ar de donzela ofendida não lhe fica nada bem.

Eu não o estou a insultar, estou a responder às suas questões. Respostas essas que são do domínio público e que só por má fé o Luís não as conhece. Quem insulta a inteligência de todos os outros é o Luís ao fazer as afirmações que faz, levantando a suspeição, a ameaça e o medo. Uma desilusão.

jpc @ 20:15

6/12/10

Chama estúpido ao homem e diz, qual virgem ofendida, que não está a insultar... Que elegância, que discernimento! Penso que não estarei sozinho ao concordar inteiramente com Luis Naves. Nem é preciso argumentar mais, basta perceber o que ele diz sem palas nos olhos. Pronto, agora pode-nos chamar burros à vontade, desabafe lá a bílis.

FF @ 21:08

6/12/10

@jpc: Existe uma grande diferença entre pensar que uma pessoa é estúpida e pensar que os seus argumentos o são. Por aqui não se usam palas nos olhos - normalmente reservadas a equídeos - e as "dúvidas" que o Luís Naves tem sobre o passado de Assange foram esclarecidas, com uma mera pesquisa no Google, diga-se de passagem.

Virgem também não sou e nem sequer fiquei ofendido, quem ficou ofendido foi o Luís Naves o que demonstra, claramente, que o jcp tem algumas dificuldades de compreensão escrita. Parece que há por aí uma coisa chamada "Novas Oportunidades": se calhar o caríssimo jcp deveria aproveitar.

jpc @ 21:59

6/12/10

Prossegue na sua elegância. Não é jcp, é jpc. Por falar em «compreensão escrita»...

FF @ 22:32

6/12/10

Os anónimos para mim são todos iguais, peço desculpa jpc-jpc-cpj. Por falar em compreensão escrita o caríssimo confunde compreensão escrita com erro de digitação.

E já agora, CPPJCP, onde é que viu que por aqui se escreve com elegância? Por aqui não há tudólogos, temos pena, nem textos pseudo-intelectuais: aqui chamam-se os bois pelos nomes e se o JCCPP fica melindrado com isso tem bom remédio.

João Cruz @ 22:42

6/12/10

Melindrado? Não, deve ser defeito seu de compreensão escrita. Acho triste, só isso. É João Cruz. J-O-Ã-O C-R-U-Z.

FF @ 23:08

6/12/10

Ah! João Cruz! Está a ver como não nada complicado João? Assim é mais simples, João, muito mais simples João.

FF @ 23:09

6/12/10

"como não É nada complicado": coisas de escrever a partir do telemóvel. As minhas desculpas, João.

João Cruz @ 23:15

6/12/10

Pronto, está a ver: elegância. Obrigado. E agora que estabelecemos uma base civilizada de diálogo, esclareça-me só uma coisa: quando afirma «Eu também ainda não vi ninguém por cá a denunciar os ataques aos servidores da WikiLeaks por parte do governo norte-americano», baseia-se em quê?

FF @ 00:03

7/12/10

Baseio-me na observação feita diariamente nos principais meios de comunicação social e em especial nos meios online.
As notícias todas elas mencionam que os servidores da wikileaks estão a sofrer um ataque de hackers. Ora, isso não é verdade. A Wikileaks continua a sofrer um ataque informático mas vindo dos serviços de contra-inteligência dos Estados Unidos e de outros países. Os hackers, enquanto comunidade, estão do lado da Wikileaks.

João Cruz @ 00:24

7/12/10

É uma conclusão sem qualquer base factual, portanto. Da mesma forma, sem base factual, conclui que «Os hackers, enquanto comunidade, estão do lado da Wikileaks». Para si, portanto, não é concebível que os hackers tenham várias visões ideológicas do mundo e até que haja mais do que uma «comunidade de hackers». Da mesma forma, deve ser inconcebível para si que esses alegados ataques provenham de outros países que não os EUA, ou de outras instituições que não o governo dos EUA. Eu não sei, é só um achismo igual aos seus, mas não lhe ocorre que haja (sei lá, por exemplo) hackers norte-americanos patriotas? Ou que até possa haver uma comunidade de hackers norte-americanos patriotas? A mim basta-me olhar para a malta alucinada do movimento Tea Party e ocorrem-me uma carrada de coisas interessantes. E ao ler os emails roubados, também me ocorre um data de governos que ficam mal na foto e que poderiam estar interessados em deitar abaixo o seu herói das fugas. A si não?

FF @ 01:07

7/12/10

«Eu também ainda não vi ninguém por cá a denunciar os ataques aos servidores da WikiLeaks por parte do governo norte-americano» O facto é que ainda não vi nenhum artigo a denunciar os ataques, é um facto João, não é "um achismo" meu.

" Da mesma forma, sem base factual, conclui que«Os hackers, enquanto comunidade, estão do lado da Wikileaks»." Errado João. Sendo eu membro de um grupo global que faz aconselhamento estratégico aos partidos piratas europeus, estando eu inserido na comunidade hacker internacional tem com certeza mais dados do que o João para fazer a afirmação que faço. O João está a confundir White-Hat com Black-hat hacking mas uma coisa posso-lhe garantir João: Nunca falo daquilo que não sei e quando não sei tento-me informar antes de falar sobre o que quer quer que seja.

Mais uma correcção João: Não foram e-mails e não foram roubados. São telegramas e foram disponibilizados à WikiLeaks por alguém.

São distinções importantes.

jpc @ 13:21

7/12/10

Ó meu caro amigo, para quem enche a boca com tanta propriedade acerca da estupidez dos outros, essa conversa parece-me um pouco estranha. E por mim é a última vez que lhe dou troco, já vi que funciona em circuito fechado. Nunca viu nenhum artigo a «denunciar os ataques» por parte do governo norte-americano porquê? Porque é que será? Olhe meta lá os neurónios a funcionar... Não será porque é especulação? Não será porque não há provas? Se calhar é, sei lá eu, que não sei nada apesar de também ler muita coisa.

A «denunciar» os alegados ataques, já vi carradas de artigos. A «denunciar» os alegados ataques por parte do governo dos EUA ainda não vi nenhum. Pelo menos nos média tradicionais. Porque de resto, pela blogosfera, por exemplo, o que não falta é gente como você a «denunciar» essas e outras supostas manigâncias do império capitalista do mal.

Não estou a confundir coisa nenhuma, quero lá saber se uns são blacks e outros são whites, ou se a sua comunidade de hackers é assim e outras comunidades de hackers são assado, se uns são maus e outros são bonzinhos! neste contexto isso é secundário. A realidade, que o meu amigo confirma, é que não há apenas uma comunidade de hackers e que hackers há muitos com as mais variadas motivações. Ok, não foi a sua tribo de robins dos bosques, foi outra de vilões, adiante, continua é a não ter evidência nenhuma do que afirma: de que os alegados ataques provêm do governo dos EUA.

Tem razão numa coisa, no entanto: São telegramas roubados, não emails, peço desculpa pelo lapso.

jpc @ 21:23

7/12/10

Aproveito, no ent(ret)anto, para lhe aconselhar estas duas leituras, talvez se faça luz sobtre alguma coisa:
http://tinyurl.com/22wf2bj
http://tinyurl.com/2bzk943

J M Cerqueira Esteves @ 18:20

5/12/10

"Insultar é fácil" — mais fácil o recurso de chamar "insulto" (de forma não insultuosa, será?) a qualquer argumentação dos "leigos" (ou "nobodies", expressão que já vi usada por vários jornalistas para não-jornalistas , non-'newsworthy' e non-beautiful-people).
Fácil também puxar dos galões com uma 'subtileza' demasiado comum nos nossos media e na nossa academia, quando se acena com a missão da Razão mas se responde com o princípio de autoridade dado pela cátedra ("se você acha que está esclarecido, quem sou eu para...").
Perante este tipo de resposta acho desperdício de tempo argumentar, por fraca expectativa do que virá a seguir.
Isolados por demasiado tempo num pedestal de gatekeepers exclusivos a difundir para as massas de "nobodies" em sentido único, muitos jornalistas parecem ter-se convencido que Jornalismo (mesmo quando 'de opinião') é aquilo que um jornalista faz, independentemente do que o jornalista faça.
Quanto a isso, sugiro em
http ://log.jmce.eu/so-you-are-a scientist
a substituição de "science" por "journalism" e scientist " por journalist ". Com a bagagem a ser entregue no mesmo 211.22.

J M Cerqueira Esteves @ 18:33

5/12/10

http://www.ifj.org/en/articles/ifj-condemns-united-states-desperate-and-dangerous-backlash-over-wikileaks
"The International Federation of Journalists (IFJ) today condemned the political backlash being mounted against the whistle-blowing website WikiLeaks and accused the United States of attacking free speech after it put pressure on the website's host server to shut down the site yesterday."

[já agora, correcção do link anterior:
http://log.jmce.eu/so-you-are-a-scientist
]

Luís Naves @ 19:28

5/12/10

Isto é extraordinário. Depois de me chamar estúpido e mentiroso, além de tudólogo, ainda acha que sou uma virgem ofendida. E quer discutir nestes termos...
No mínimo, tem graça.

nota: não mencionei Sócrates e Amado porque aquilo que foi divulgado, um único telegrama, era inócuo. Mas podem aparecer coisas embaraçosas a todo o momento. Ninguém sabe.

Acho ingenuidade pensar que a Wikileaks não resulta de um plano bem pensado. É demasiado estranho que 250 mil documentos secretos ou confidenciais surjam assim de repente, à mão de semear.
E repito: Assange é uma figura sem passado. Não se sabe quem é, de onde vem e o que pretende. Tem um processo por violação (?!) e não responde às perguntas.
A superpotência perdeu uma batalha? Facto. E quem a ganhou?

Já estou a ouvir a sua resposta, a liberdade de expressão. Mas isto é do domínio político e não tem nada a ver com liberdade de expressão, que implica a responsabilidade no uso. Wikileaks é como abrir a caixa de Pandora, terá efeitos nefastos e não a podemos fechar.
Não estou a dizer que não devemos publicar algo que entou no domínio público. Pelo contrário, se não publicarmos, alguém publica. Os telegramas estão lá, devem ser lidos e debatidos.
Mas temos de manter um cepticismo militante. Quando a esmola é grande, o pobre desconfia.
Quem está a fazer isto? Eu não sei quem é. E você, sabe?

FF @ 19:55

5/12/10

Luís Naves,
Eu nem sequer teria que lhe responder para que a sua ignorância ficasse ainda mais patente:

1. Assange não tem passado? O Luís Naves acredita mesmo nisso ou é o único argumento que lhe resta? O passado de Assange é público, já em 1987 com 16 anos Assange fazia notícias. Curiosamente desde que o Luís Naves é jornalista. Não deu por ela? Não se lembra? Que raio de jornalista é o Luís Naves? Perguntas que têm que ser feitas.

2. Os documentos foram acumulados durante anos para serem agora colocados no domínio público. Só um tolo pensaria que este material foi enviado de uma só vez para a WikiLeaks - e atenção Luís Naves a este pormenor: o material é enviado voluntariamente para a WikiLeaks: a WikiLeaks não faz recolha de material.


3. O processo por violação contra Assange é uma questão do foro pessoal - que nada tem a ver com os telegramas. Se os tribunais Suecos o considerarem culpado pois que cumpra a pena.

4. Luís Naves, aconselho a visita urgente a um otorrinolaringologista pois se ouviu a minha resposta ouviu muito mal. Não existem vencedores nem vencidos, e essa sua perspectiva é uma maneira básica, muito básica, de ver as coisas. Todas as informações terão que ser analisadas e os responsáveis políticos terão que tirar ilações sobre as suas condutas. Na Alemanha já aconteceu o primeiro caso.

Em conclusão, o Luís Naves anda tão ocupado com sabe-se lá o quê que não percebe como funciona hoje o mundo. Um mundo ligado onde existem pessoas e comunidades que fazem as coisas apenas porque acham que é a coisa certa a fazer.
Compreende-se que isto seja complicado de compreender, Luís Naves. Mas o que é um facto é que a realidade é bem mais interessante do que a ficção e as teorias de conspiração e ao Luís não lhe faria mal nenhum perceber isso.
Poderia ser que escrevesse menos disparates.

J M Cerqueira Esteves @ 20:31

5/12/10

A acusação de "tabloidismo" tem vindo de mão dada com a lavagem por "inocuidade" (esta normalmente no mesmo parágrafo onde se pede a cabeça do mensageiro pela "gravidade" de tudo). Mas não surpreende que alguma imprensa incomodada e acomodada se agarre à confusão do valor de dados com o valor de algum jornalismo que deles faz.

É assim que, quando a vocação e a capacidade são de tabloidismo e press release, se explora por um lado e se acusa por outro que o tabloidismo seja da essência dos dados. Incomoda que haja quem saiba mais?
http://www.craigmurray.org.uk/archives/2010/11/prince_andrew_n.html
"The problem with the wikileaks method of releasing the documents through mainstream media outlets, is that they are then interpreted for the public by a lazy and incompetent group of "Journalists" whose arses have grown plump on the rewards of retailing spoonfed propaganda."

É assim que jornalismo inócuo, demasiado cansado para visitar arquivos, arruma os dados como inócuos. Incomoda que haja memória?
http://oinsurgente.org/2010/12/03/gostar-de-se-fazer-de-parvo/
"E eis senão quando a memória fica curta e já parece que muita gente se esqueceu (naturalmente por nada a ver com os envolvidos visados) da extraordinary rendition, subitamente promovida a libertação-estão-a-ver de prisioneiros."

É a puxar violações para cima da mesa sem fazer muito trabalho de casa que depois resta à salvação da superioridade o puxar de galões. Incomoda que na esperada terra de cegos alguns saiam do jardim murado?
http://www.rawstory.com/rs/2010/12/sweden-assange-sex-without-condom/

J M Cerqueira Esteves @ 20:45

5/12/10

Que a apreensão com o passado de mensageiros seja tão poucas vezes acompanhada por apreensão sobre o passado de figuras de poder não é surpreendente. Valham-nos alguns antigos embaixadores quando jornalistas ficam prisioneiros da adulação. Só para citar um exemplo recente
http://www.craigmurray.org.uk/archives/2009/04/nato_appoints_a.html

Luís Naves @ 20:04

5/12/10

Obrigado por me ter feito ver a luz...

FF @ 20:14

5/12/10

De nada Luís, estamos sempre cá para ajudar aqueles que têm uma capacidade menor em entender as coisas à luz da imparcialidade que, por aqui, nos guia. Volte sempre e um bom domingo.

J M Cerqueira Esteves @ 20:52

5/12/10

"Lux obnubilata suapte natura refulgens"

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