Espólio Sarrafeiro
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Muda de vida se a troika não está satisfeita
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, a troika não deve ser contrafeita
Muda de vida se há algo em ti para sacar

 

Ver-te sorrir, não é para ti
E a cantar, eu nunca te quero ouvir
Será de ti ou pensas que tens... que pode ser assim

 

Muda de vida se a troika não está satisfeita
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, a troika não deve ser contrafeita
Muda de vida se há algo em ti para sacar

 

Ver-te sorrir, não é para ti
E a cantar, eu nunca te quero ouvir
Será de ti ou pensas que tens... que pode ser assim

 

Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como uma alegria que tu terás direito a viver

 

Olha que a vida é e deve ser
Como um castigo que tu terás que viver

 

Muda de vida se a troika não está satisfeita
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, a troika não deve ser contrafeita
Muda de vida se há algo em ti para sacar

(rever em 2012)


Uma Sarrafada de: arcebisposarrafeiro às 09:45
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Sábado, 14 de Maio de 2011

 

 

Sempre acreditei que o exemplo vem de cima. Com as devidas diferenças (ou talvez não, já que política e futebol não são assim tão diferentes), como podem os presidentes dos clubes querer que os adeptos não façam asneiras se são os primeiros a instigar as massas com mensagens de ruptura em nome de rivalidades que não deviam passar de saudável competitividade?
 
A constante insistência de todos os líderes partidários em deixar José Sócrates de fora de um eventual entendimento pós-eleitoral - porque é disso que o país precisa, como até já a Troika fez questão de dizer... - faz prever a continuidade da crise política, independentemente dos resultados na noite de 5 de Junho. Não adianta mendigar-se maiorias absolutas porque as grandes reformas do Estado não se fazem sem dois terços do Parlamento e para isso há sempre que haver... entendimentos.
 
Até porque, do ponto de vista democrático, não me parece viável deixar de fora o líder de um dos dois partidos que, na volta da maré, é chamado pelos eleitores a formar governo. Pelas sondagens que já começam a circular podem dar-se as voltas que se quiserem, mas não creio que seja possível, simplesmente, ignorar o resultado do PS. Este, para não ficar refém de posições mais extremistas não disse - e penso que não dirá - que não irá querer conversa com qualquer um dos outros partidos. À esquerda ou à direita.
 
Entretanto, se a pré-campanha tem sido o que temos visto, estou desejoso de ver e ouvir o que virá quando as caravanas forem para a estrada. O PSD já fez saber que não vai à Madeira fazer campanha, ainda que comece a peregrinação nos Açores. Anunciou igualmente, que não colocarão cartazes, mas haverá "muita rua". Os brindes vão reduzir-se a canetas e - aqui o toque de classe - cartões em formato de "santinho" com a cara de Pedro Passos Coelho. Miguel Relvas dixit.
 
A minha fé inabalável neste santinho é que, com humildade, depois das eleições e se sair vencedor - ainda que em minoria - o líder do PSD não cumpra o que prometeu em recusar entender-se com José Sócrates. Que esteja atento aos recados do PR no Facebook, e que saiba ler os resultados eleitorais como um político que aspira a estadista. Tenho a certeza que se acontecer o contrário será ouvido... até o seu partido o manter como líder. Seja lá o tempo que isso for.

 

Agradecimento a Pedro Sales


sinto-me: Vigilante

Uma Sarrafada de: Pedro Figueiredo às 02:19
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

 

 

Agora que já todos sabemos qual o programa do Governo para os próximos três anos, com a cortesia da equipa do cobrador de fraque internacional que, afinal, veio poupar uns quantos neurónios dos staffs políticos dos partidos do arco da governação, pergunto-me o que será feito da caixinha de sugestões do PSD para se cortar na despesa pública. É certo que as ideias eram para o Orçamento de Estado para 2011, mas boas ideias nunca são de se deitar fora.
 
Enquanto a imprensa foi dando eco do andamento da iniciativa, imagino que na São Caetano à Lapa o laboratório social-democrata foi recebendo, registando e analisando com satisfação as sugestões de qualquer comum cidadão, no que deveria ser trabalho de estafa dos próprios candidatos a governo. Poderia ter sido considerado como a mais directa forma de participação activa do povo na gestão da mercearia nacional, mas dois factos relevantes aconteceram para desgraça da iniciativa.
 
O primeiro é que o OE foi aprovado sob o desígnio dos PECs. O segundo, alguns meses depois, foi a chegada da troika. Quem é que se haveria de lembrar das sugestões do povão, se acabavam de chegar os profissionais do corte? Logo na página inicial, José Manuel Canavarro, Director do Gabinete de Estudos Nacional do PSD (adoro a denominação do cargo) dá conta da iniciativa, mas foi precisamente num comentário a um dos órgãos de comunicação social que fez um dos balanços que prestou a melhor das declarações:
 
"Algumas [propostas] seguramente merecerão atenção e outras merecerão também ponderação e provável inclusão naquilo que for a proposta do partido e a discussão que fará em sede parlamentar sobre as matérias orçamentais."
 
É claro que, nestas circunstâncias, estas palavras teriam que vir acompanhados de um asterisco, explicando claramente: salvo se o FMI aterrar na Portela.
 
Duvido que Eduardo Catroga tenha apresentado alguma destas sugestões de iniciativa popular na reunião que teve com a troika, mas já não tenho tanta certeza se não usou o verso das folhas das sugestões para escrever algumas das cartas que enviou ao governo.
 
A última contagem de visitas no site www.cortardespesas.com estava nas 137.246. Tecnicamente, ainda são aceites sugestões. Mas o PSD deve ter deixado de as analisar quando recebeu uma mensagem de Jurgen Kröger, representante da Comissão Europeia e chefe da troika, a dizer: ESTAMOS A CHEGAR.
 
O mesmo sentimento de frustração devem ter tido os funcionários públicos que participaram no concurso promovido pelo Estado, que premiava as melhores sugestões para afinar o funcionamento da máquina administrativa. Quer dizer, quem ganhou os 500 euros não deve ter ficado. Na altura. Agora deve estar a pensar que os cortes que aí vêm podem muito bem afectá-los. Tem que calhar a alguém.

 

P.S.: Agradecimento especial à camarada Vi


sinto-me: encaixotado

Uma Sarrafada de: Pedro Figueiredo às 03:17
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