Espólio Sarrafeiro
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Sábado, 24 de Abril de 2010

 

Por mais que tentem esquecer.

Por mais que tentem colar a Revolução dos Cravos ao comunismo.

Por mais que tentem mudar aquilo que representou.

Por mais que afirmem que estamos pior.

Por mais que tentem limpar a imagem dos ogres de pacotilha do Estado Novo.

 

Por todas essas razões e muitas mais, é vital comemorar o dia da nossa liberdade.

E evitar pensar que esta simples revolução viesse resolver todos os nossos problemas.

 

 

 

 

1º Comunicado do Movimento das Forças Armadas - 04h26 do dia 25 de Abril de 1974

Aqui posto de comando do Movimento das Forças Armadas.

As Forças Armadas portuguesas apelam para todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem a suas casas, nas quais se devem conservar com a máxima calma. Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal, para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas.

Tal confronto, além de desnecessário, só poderia conduzir a sérios prejuízos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os portugueses, o que há que evitar a todo o custo.
Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português, apelamos para o espírito cívico e profissional da classe médica, esperando a sua acorrência aos hospitais, a fim de prestar eventual colaboração, que se deseja, sinceramente, desnecessária.


sinto-me: libertado
música: Grândola Vila Morena - Coral dos Mineiros da Sarrafada

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 23:25
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De José Lello, o deputado socialista que foi classificado pela sua camarada de partido Ana Gomes como “expert em contabilidade criativa”:

 

«defendeu que é preciso alterar as regras ainda antes do Verão, para liberar os políticos da dependência "dos bancos e dos agiotas"»

 

Nota: Está um ponto de interrogação no título do post

 

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 20:56
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Tozé Brito, administrador da Sociedade Portuguesa de Autores (aquela que pretende salvaguardar o direito dos autores em Portugal mas que nada mais é uma fachada para proteger alguns à custa de todos os que caem na asneira de se inscreverem na mesma) achou por bem vir de Paris para Lisboa de táxi. Não só achou por bem com não tem problema nenhum em dizê-lo à comunicação social, aproveitando para dizer que ficou instalado no Méridien.

 

A um administrador de uma Sociedade de Autores esta atitude só fica bem, especialmente ao administrador de uma Sociedade de Autories cujo Orçamento para 2010 tem por mote "Realismo e Austeridade"[pág. 01], mas que não se inibe de ter mais de 2/3 do seu orçamento afectos a despesas com o pessoal (mais de €6M dos aproximandamente €9M [pág. 15]).

 

Sem comentários, mas deixem os vossos.

 


sinto-me: nem sei...

Uma Sarrafada de: FF às 15:58
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"Domingos Névoa vai pedir 50 milhões de euros à Câmara de Lisboa"

 

 

Juro que verifiquei a data da notícia para aí umas 40 vezes não fosse ser 1 de Abril de 2011.



Uma Sarrafada de: FF às 15:50
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Acabava-se a histeria colectiva nas timelines das diversas redes sociais, iam "todos" para o Marquês, Boavista ou onde quer que seja que querem festejar a vitória, num campeonato que tem tanto de competitivo como uma corrida de tartarugas para o Nélson Évora, e na 2ª Feira business as usual. Vejam lá se fazem o favor sim? Agradecido.



Uma Sarrafada de: FF às 15:11
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Antes de mais, querem que os cidadão respeitem o Parlamento e os deputados? Então conquistem esse respeito. Não façam figuras tristes e não se comportem como o pior estereótipo de funcionário público.

 

Dito isto, a proposta do grupo de cidadãos sobre a freguesia única no Parque das Nações lá foi apreciada pelo punhado de representantes do povo que se dignou ficar para a ocasião. É claro que petições vindas do exterior do aparelho partidário não são uma prioridade.

 

O desfile de bullshitês foi grandioso:

O PS foi o único a defender que "estão longe de serem verificados os requisitos" previstos no regime jurídico de criação de freguesias. E mesmo que estivessem, disse o deputado João Portugal, tal não é "oportuno" e deverá ser enquadrado numa reforma "integrada" do modelo administrativo da cidade. Esse enquadramento foi também defendido pelo centrista Artur Rêgo e pela bloquista Rita Calvário.

 

AR a meio gás diz que apoia moradores, pelo menos em teoria

(PS é excepção)

@Público

 

PS considera inoportuna nova freguesia do Parque das Nações

@Sol

 

Autarcas não querem perder a sua parcela no Parque das Nações

@ionline


sinto-me: bah!

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 14:04
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Manuelas em Valência e manuelas em Washington DC.

As manuelas empatam o trânsito e destroem a economia.

 

Banda sonora do dia : Manuela

 

(Em stereo)

 

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 10:50
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Foto do gabinete do Ministro Teixeira dos Santos, onde a nova lei meio-tintista foi criada.

 

Há quem diga que somos incapazes de tomar uma decisão. Que qualquer ideia sofre sempre quinhentas adaptações para agradar a toda a gente, porque somos um bando de pirralhos birrentos.

 

O resultado é o meio-tintismo. Mais do que um método de gestão é uma forma de encarar o mundo. Assim de lado, para ele não se chatear connosco.

 

Vamos mudar a lei das mais valias que recompensa a malta que já tem dinheiro e não faz mais nada senão especular e fugir aos impostos? Já para cima deles, Bobby! Vamos a isso!

 

Aaaaah, mas depois eles são capazes de se chatear. Aaaaah, já sei! Mudamos a lei mas só um bocadinho. Dessa forma, parece que fizemos alguma coisa e ficamos todos amigos na mesma.

 

Novo imposto sobre mais-valias só atinge 40% dos investidores

 

Assim, de repente só apetece dizer que... mais valia terem estado quietos. Mas não vamos dizer, coitados dos senhores, ainda se podem irritar...

 



sinto-me: repleto de mais-valias

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 10:08
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

 

 

 

 

«Eu conheço os portos portugueses, sempre adorei portos, gosto da atmosfera dos portos»,

e podia ter continuado assim:

 

«Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão,
Olho pro lado da barra, olho pro Indefinido, 
Olho e contenta-me ver,
Pequeno, negro e claro, um paquete entrando.
Vem muito longe, nítido, clássico à sua maneira.
»

 

(Imagem)

 

 

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 20:30
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Este comentário e foi deixado no primeiro post do Carlos Santos no Corta-Fitas. Deixamos aqui um screenshot que isto nunca se sabe o que pode acontecer.

 



Uma Sarrafada de: 31 da Sarrafada às 16:09
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imagem daqui

 

Poucas coisas são tão idiotas e politiqueiras como esta questão.

 

Os habitantes do Parque das Nações querem ter a sua própria freguesia. É um desejo legítimo e perfeitamente lógico.

 

Goste-se ou não do que fizeram com os antigos terrenos da Expo '98 é inegável que existe ali uma unidade territorial bem definida.

 

A população reuniu cinco mil assinaturas, as necessárias para que a petição seja apreciada na Assembleia da República.

 

idadania, iniciativas dos cidadão, etc. e tal. O tipo de atitude de que se fala constantemente. Diz-se que há pouco em Portugal.

 

Qual é foi a reacção dos partidos políticos e dos autarcas? Ligaram o botão de "Bullshitês".

 

As reacções e os argumentos são hilariantes de tão bacocos.

 

Dizem os de Loures:

"fundamenta-se em argumentos artificiais sem efectiva tradução na realidade socioeconómica".

Que raio quer isto dizer, ó alminhas??? Nada! Traduzido por miúdos, significa que não querem deixar de ser um dos maiores municípios do país, gerido com os pés há - pfffff, deixa ver... - mais de 30 anos, cheio de betão e dormitórios por toda a parte e com mais negociatas imobiliárias terceiro mundistas por metro quadrado do que um bairro de Calcutá!

 

Melhor ainda... em 2004, a Assembleia Municipal de Loures já se tinha mostrado contra a criação de uma freguesia única no Parque das Nações argumentando que:

"a amputação de território a favor de Lisboa" iria "condenar o desenvolvimento da freguesia de Moscavide, ficando [esta] confinada a um quadrado de betão, de costas voltadas para o Tejo, emparedada pela CRIL e pela linha ferroviária do Norte".

mas... mas... mas...

 

Foi exactamente isso que aconteceu! E vocês não fizeram nada para o impedir! A freguesia de Moscavide é, hoje em dia, um gueto decadente, emparedado pela CRIL, pela linha do comboio e com a vista para o Tejo tapada por diversos monstros de betão que entretanto foram sendo construídos!

 

Por seu turno, o Costa, Presidente da CML saiu-se com outra tirada repleta de espírito democrático e respeito pelos cidadãos:

"não é oportuna a discussão em torno da criação de uma freguesia de forma isolada e desenquadrada de uma discussão ampla e abrangente".

 

Say what????

 

Este é o mesmo tipo de discurso que, na prática, resulta em coisas tão incríveis como esta.

 

Uma via nova, quase terminada, apodrece lentamente, como um bacalhau com natas abandonado ao sol de Agosto, porque um pilar de um viaduto terá de assentar em terrenos de Loures e os meninos das duas câmaras não conseguem agir como adultos e resolver o assunto.

 

A Avenida Santos e Castro está parada há três anos por causa deste pilar.

Pendente de um acordo entre as autarquias de Lisboa e Loures.

Imagem cortesia do Viver Lisboa

 

Entretanto, o resto da via rápida com quatro faixas apodrece

e tranforma-se numa paisagem de inspiração pós-apocalíptica

ou, como alguns gostam de lhe chamar, a maior ciclovia de Lisboa.

Imagem cortesia do Viver Lisboa


sinto-me: irritado

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 09:49
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No fundo no fundo foi o que a população de Valença andou a fazer com a bandeira portuguesa.

 

(Em stereo)

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 07:00
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Projecto de viabilidade económico-financeira e de sustentabilidade para a Assembleia da República, sob a nova doutrina de gestão empresarial, vulgarmente apelidada de "Fruta só em Permuta"


1. Dado que actualmente nos inserimos num meio de características extremamente voláteis, num contexto em binómio de crise económica /crise de valores, i.e., ao miserável estado de contas de Estado acresce uma alargar de demagogia, já sem falar na perversa e maldosa postura dos venenosos meios de comunicação social, que insistem em apenas dar relevo a más notícias, este projecto visa solucionar se não a primeira crise, pelo menos a segunda, sob o formato de "atiramos areia para os olhos dos contribuintes, mas ao menos fazêmo-lo de forma consistente".

 

 



Uma Sarrafada de: Catarina Campos às 00:20
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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

 

 

Uma árvore nos cornos de certas e determinadas pessoas era capaz de ser considerado agressão, mas ao menos seria sustentável!


sinto-me: ecológica
música: Sarrafada e o Coro das Árvores - What a Wonderful World

Uma Sarrafada de: Catarina Campos às 22:56
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O autor prepara a sua indignação.
A foto é daqui e tem aquela coisa da licença para a gente usar sem pagar.

 

 

 

Ontem a malta indignou-se com a Medeiros. Há dois dias com a Faculdade de Direito. Há três dias foi com o... er... já não me lembro.

 

E hoje? Não há nada digno da nossa indignação?

Estou aqui que nem posso e quero muito indignar-me.

 

 

PS: Aquilo do mocito que não quis falar lá no Parlamento não serve. É coisa tã parva que nem dá para indignar.


sinto-me: c'uma vontade de me indignar!

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 18:46
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«(…) a inclusão do nome de Carolina Patrocínio no estudo tenha partido de Rui Pedro Soares durante uma conversa que ambos tiveram em Abril de 2004. Nesta sondagem também foi avaliada a popularidade de Luís Figo, assim como a simpatia que granjeava junto de um eleitorado mais à esquerda.»

 

(Ler também Pop music, capítulo I)

 

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 13:00
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O 31 da Sarrafada apresenta, EM RIGOROSO EXCLUSIVO, o bilhete que Rui Pedro Soares encontrou, esta manhã, no pára-brisas do carro. Sabemos, também, de fonte segura, que esta madrugada, o Sócas foi visto a rondar o carro de Rui Pedro Soares...


sinto-me: sem pio
música: Shut up and drive, Rhianna e os Sarrafeiros

Uma Sarrafada de: MSadio às 12:09
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O affair Medeiros é antes de tudo mais um problema do sistema e não, como alguns teimam em fulanizar, um problema do Partido Socialista. Um problema de credibilidade. O novel sistema político-partidário tomado de assalto pela ideologia pop music do efémero, do novo e bonito / mastiga e deita fora, onde as caras substituem as ideias. Calhou ser com o Partido Socialista, mas também foi quem mais se pôs a jeito: ele é Carolinas Patrocínios,  ele é Luíses Figos, ele é Inêses Medeiros. Azar o deles. Do PS e dos cor-de-rosa.

 

 

 



Uma Sarrafada de: Mr Simon às 11:36
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Fotografia: Paulo Henriques

 

O assunto do dia foi a decisão, por parte da Assembleia da República, de dar provimento ao pedido de remuneração das deslocações semanais, da deputada Inês de Medeiros, à sua residência, em Paris. Bloco e PSD votaram contra; CDS absteve-se e PCP faltou (conveniente e incompreensivelmente) à votação; PS votou a favor aprovando,com o voto de qualidade de José Lello, a pretensão da deputada. Num momento em que, tanto os economistas de renome, como o senhor Manel taxista, deitam as mão à cabeça (e à carteira), a congeminar planos para que o país não mergulhe de vez na bancarrota, o assunto tinha, necessariamente, de gerar polémica. A despesa é exorbitante e, num momento em que o país conta os cêntimos, o valor em causa roça a imoralidade.

 

Nas redes sociais - esse antro de perdição onde,qualquer um ainda pode, hoje, opinar em liberdade - foram imediatas e inúmeras as vozes que se levantaram contra esta decisão. A minha foi uma delas. Criei, inclusive, através do @31daSarrafada, o grupo de Facebook "Operação Braço no Ar" na convicção de que, independentemente de opções partidárias, os cidadãos devem unir-se na defesa de convicções cívicas.

 

Dentre as várias opiniões que foram surgindo, uma das que se salientou foi a do deputado do PCP António Filipe, no post "A seriedade sai cara"  no seu blog Caderno de Apontamentos. Li atentamente o post, mas fui imediatamente assaltada por esse vício maldito da dúvida, que tantos dissabores me tem causado. A fazer fé nas declarações de António Filipe (que aqui tomo por verdadeiras) a candidata Inês de Medeiros manteve a sua residência em Paris, onde se encontra recenseada tendo, no entanto, sido eleita pelo círculo de Lisboa. Não estou certa de que a legislação em vigor obrigue o candidato à Assembleia da República a ser residente e recenseado na área geográfica do círculo pelo qual pretende ser eleito. Penso que não. A consulta da Lei Eleitoral da Assembleia da República também não foi esclarecedora. Contudo, penso que seria do mais elementar bom senso que quem se propõe pugnar, na "Casa da Democracia" pelo povo de uma Nação fosse, no mínimo... residente nessa Nação! Acresce a ironia de, através deste episódio, termos tomado conhecimento de que Inês de Medeiros não votou na lista que integrou. Não estaria suficientemente convicta da sua opção ou o dever cívico de votar afinal tem preço?

 

Exactamente por tratar-se de uma situação tão "atípica", os Princípios Gerais de Atribuição de Despesas de Transporte e Alojamentoe de Ajudas de Custo aos Deputados também não a têm prevista. Talvez porque esta "ideia peregrina" não passe pela cabeça de ninguém. E por isso houve necessidade de resolvê-la casuisticamente. Durante 5 meses, todos quiseram "chutar" para canto. Mas agora, que Inês de Medeiros é deputada da Nação Portuguesa residente em Paris, resta apenas o "controlo de danos". E a solução encontrada foi a de amalgamar os números 3, 4 e 5 do artigo 1º dos Princípios Gerais e colocar a actriz/deputada num limbo, entre "o nada" e "o coisa nenhuma". Nem França é uma Região Autónoma de Portugal, nem Paris é Badajoz, nem Inês foi eleita pelo círculo da Europa (e será que não podia ter sido?) Por isso, para que conste, a decisão hoje tomada é "filha única" e não faz jurisprudência. O que, em meu entender, configura uma admissão envergonhada do erro.

 

Em conclusão, fica-me uma certeza: a de que os eleitores foram enganados. Ou hoje, ou no dia das eleições. E por isso, respeito a opinião de António Filipe, mas não posso concordar com ela. Nalgum ponto do processo, houve uma falta de seriedade que sairá cara ao povo português. E isso não é nada edificante para a "Casa da Democracia"...


sinto-me: enganada
música: pra embalar meninos...

Uma Sarrafada de: MSadio às 01:06
Editada por: FF às 03:56
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Exposição. Encompassing The Globe. Estrangeiro e tal.

 

72 mil visitantes.

 

Custo: mais de 2 milhões de euros

 

Custo por cada visitante: 27.777 euros

 

Na altura, Ministro Zé Tó disse que "ah baby, uh e tal, aquilo é tudo fund raising e clusters e push and pull e I'm gonna do it baby, oh yeah"

 

Hoje, Zé Tó Pinto Ribeiro não se mostrou disponível para comentar a coisa.

 

PEC PEC PEC PEC PEC PEC PEC....

 

 

Exposição Encompassing the Globe custou ao Estado mais de dois milhões


sinto-me: cultivado

Uma Sarrafada de: Mr. Steed às 01:01
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