Espólio Sarrafeiro
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

 

Já o vi escrito, já ouvi comentários vários a favor, nenhum contra e continuo sem perceber por que não se tem a coragem política de com uma simples medida acabar com uma enorme hipocrisia social e política, contribuir para resolver um problema social com resultados imediatos e indiscutíveis a nível da criminalidade, para não mencionar para já o aspecto mais susceptível da coisa e, aspecto de máxima importância, gerar receita fiscal.


Se o Estado não só aceita como legal como ainda taxa e recebe impostos da receita gerada pelo comércio de duas das mais perigosas e socialmente danosas drogas, o tabaco e o álcool, porque não aplicar o mesmo princípio a drogas que só por hipocrisia e demagogia se nega um menor risco social e para a saúde, as chamadas drogas leves, bastando para tal limitar-se a copiar o modelo holandês. Do efeito social ao nível do consumo de drogas, nomeadamente as ditas drogas duras, heroína e cocaína, dizem os números que o IDT disponibiliza. Houve uma redução do consumo após a legalização. Da receita dos impostos (altíssimos) que o estado holandês arrecada anualmente é... ora... é... é fazer as contas. Há que somar aos impostos directos as receitas geradas pelo turismo, se quisermos continuar a deixar de lado as hipocrisias; a poupança no combate ao tráfico cujas verbas podem em parte ser convertidas em diminuição de gastos, outra parte em aumento de recursos para, precisamente, apoio à prevenção e tratamento da toxicodependência.


Saber e permitir que o comércio de uma substância ilegal seja feito de forma marginal à sociedade e à economia não tem vantagem sob qualquer perspectiva e ao ser conivente o Estado está a demitir-se da sua obrigação de zelar pelo bem estar colectivo, segurança e saúde dos cidadãos, da mesma forma que mais que aceitando, impondo receber parte do lucro de do comércio legal da substância que possivelmente mais pessoas mata por ano em Portugal, o tabaco e recusar-se a receber receita de uma outra substância que se sabe não provocar a morte, numa altura em que pede tantos sacrifícios aos contribuintes, o Estado não está a ser uma pessoa de bem.



Uma Sarrafada de: joao moreira de sá às 15:49
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9 comentários:

Vanessa Pires @ 17:07

21/6/10

Não foi ainda na semana passada que uma outra autora aqui do blog defendeu a mesma situação? Tamanha falta de ideias originais que por aqui vai.

FF @ 17:19

21/6/10

Olha a Vanessa voltou!
Ainda bem que nos continua a ler para poder testemunhar em primeira mão que o assunto da legalização das drogas une dois autores do 31 da Sarrafada. Os outro ainda estão a preparar os textos sobre o mesmo assunto. Não perca que nós também não!

Vanessa Pires @ 17:22

21/6/10

lol. não é só a legalização das drogas que une os autores, a falta de originalidade também.
http://31dasarrafada.blogs.sapo.pt/161516.html

FF @ 17:25

21/6/10

A Vanessa deve estar habituada a blogues colectivos onde toda a gente escreve a mesma coisa por ordem do chefe.

Aqui cada um pensa pela sua cabeça e escreve o que quer, sobre o que quiser, quando quiser.

É muito complicado de perceber isso? Ou também vai para os outros blogues queixar-se de estarem sempre a malhar nos mesmos?

João Oliveira @ 17:28

21/6/10

A Vanessa também demonstra uma grande falta de originalidade no teor dos comentários.

Que tal voltar para o seu cantinho, dar um bom bafo num charuto e voltar quando tiver as ideias mais claras e renovadas?

Luísa @ 05:49

22/6/10

Vim ver o vosso blog e fiquei decepcionda . Estado, Estado, Estado... Porque não consciencialização de modo a cada um viver livremente, sem condicionamentos (i)legítimos...

Zé da Fisga @ 15:05

22/6/10

"(...)continuo sem perceber POR QUE(...)".
Obrigado.

Paulo Santos @ 03:10

23/6/10

A mesma retórica pode e deveria ser aplicada às ditas meninas duvidosas, às do calor da noite, às putas, pronto! O negócio existe. Perfeitamente camuflado e dissimulado sob uma capa de falsas actividades hoteleiras. Que se taxe, que se legalize, a bem de todos! Delas, deles, da higiene, da saúde pública e da saúde das contas públicas!! Tenho dito!!

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