Eu, que há um par de anos fui de férias com As Benevolentes do Jonathan Littell e Da Alvorada À Decadência do Jacques Barzun na bagagem, fez-me assim a modos que… umas comichões, ouvir a Rita Marrafa de Carvalho dizer no telejoral, em directo do Campus de Justiça, que o acordão do Processo Casa Pia vai ser entregue em formato digital porque não é prático carregar 2 000 páginas em papel. No shit?!
(Imagem)
Olá amiguinhas! Não vim cá durante o fim de semana que os fins de semanas de blog são para gente triste, sem vida própria e sem quintas no norte, uns pobres, tadinhos. Entretanto parece que aqui no blog foi aniversário mas como na lista não dizia que me tinham contratado ainda no ano corrente, olhem parabéns e contem muitos! Agora outra coisa, que me encanita enormemente e quando ouvi aquilo deu-me uma coisa má, mas também podia ser fome ou assim, que já passava da hora do lanche e eu a maçãs em vez de torradinhas com muita manteiga. Ó amiguinhas, precisava que alguém me fizesse um enorme favor e pusesse uma placa à porta do parlamento a dizer "Hello! estamos na União Europeia!" porque há lá imensa gente que não sabe, oh, coitados! Mas como é que ninguém lhes disse, eu acho uma maldade! Mas porquê, Lili, perguntam as minhas queridas amiguinhas e eu explico eu explico! Então, sabem aquela coisa aborrecidíssima do orçamento, aquelas contas que nunca dão certo nem marteladinhas se vai lá e que o governo todos os meses (anos? todos os anos? não é meses? ahhh...parece mesmo....então anos vá!) todos os anos (e semestres, trimestres, meses e dias emendam depois, ou isso e agora deixem-me escrever em paz!) apresentam ao parlamento e aos portugueses? Então vejam lá que a Europa, esses estarolas estrangeiros, sabe-se lá de onde, agora querem ver primeiro e dar um "visto prévio" às nossas contas? Francamente! Tá bem que mandam para cá o dinheiro e financiam e tudo, mas agora querem saber para onde vai o dinheiro antes dele se sumir e há deputados que acham isso mal. Eu também acho muito mal, se não está na Constituição. Claro, se fosse o meu, obviamente queria saber antes, até queria saber antes de o dar, mas isso é o meu, o dos estranjas, se querem dar, dêem! Eu também quando dou sapatos usados e vestidos não pergunto "mas olhe e isso vai para quem? já está decidido? já sabe a quem vai depois distribuir isso?" Dá o que tens e não perguntes para onde vai, senão os pobrezinhos ofendem-se e depois dizem que tá mal e que isso é violar os nossos direitos de sermos independentemente pagos pelos outros! Concordo! Só não percebo é quando se engargalam todos, porque o dinheiro vai não se sabe para onde, para carros de luxo e dashas no Alentejo e no Douro mas se a UE pergunta para onde vai, ai isso já não! Não temos nada que prestar contas a ninguém! Eu gosto muito de bloquistas, são giros, têm raparigas que se vestem lindamente bem, vivem lá no habitat deles, e acho mais é que têm que ser apoiados, até com subsídios da UE, já que parecem mesmo, mesmo, mesmo, uma espécie em vias de extinção.
Muitos beijinhos para todos da Lili!
Esta coisa dos Direitos Humanos, e da defesa dos mesmos, é muito interessante. Primeiro dá jeito para aparecer (ainda mais) na televisão, contar cabeças e receber pancadinhas nas costas como quem diz "Agora é que os tramaste!" a caminho do P'apa Açorda para um jantar.
Em segundo lugar fica sempre bem ser-se defensor de qualquer coisa a dar para o humanitário (nem que seja o direito à auto-determinação das focas na Ilha da Páscoa) porque isso é que é ser de esquerda e a malta tem que acompanhar as modas e isso assim.
Para eles o mapa do mundo dos direitos humanos misteriosamente excluí os países com quem o actual governo Português mantêm excelentes relações. Venezuela? "Ah sim, acho que prenderam lá uma Sra. Dra. juíz não sei quê..." Angola? "Ah, em Angola não se passa nada, eles até estão a pagar o dinheiro todo às empresas Portuguesas" Líbia? "Oh meu amigo, a Líbia é um paraíso dos direitos humanos quando comparada com os Estados Unidos".
Para o resto dos mortais que se preocupa com os direitos humanos e com a liberdade de expressão o mapa mundo é igual ao mapa mundo geográfico independentemente se o país é amigo do Governo nacional. Isto acontece por uma razão simples, tão simples que é capaz de escapar a pessoas que passam o tempo a pensar, reflectir e debater tudo e mais um par de botas: os direitos fundamentais de todos os seres humanos não têm país, religião, género ou filiação partidária. Obviamente, a filiação partidária é que lixa isto tudo para esta gente. É pena.
Leituras
Venezuela: Close Chavez's New Censorship Office
Ser sarrafeiro não é ser mais alto, nem é ser maior
Do que os homens! Sarrafar como quem aleija!
Não é ser bandido e dar a quem quer que seja
Sarrafada de meia noite daquela de causar dor!
É ter na sarrafada o esplendor
E não saber sequer a que se almeja!
É ter cá dentro um sarrafo que flameja,
É ter ganas de teclas com ardor!
É ter fome de sarrafar até ao Infinito!
Por escrito, nas manhas de oiro ou tarde assim...
É condensar o mundo num post ou tuito!
E é sarrafar, assim, perdidamente...
É sarrafar com alma, e sangue, e vida enfim
E publicá-lo, catano, 'pra toda a gente!
SARRAFAR
Infinitivo: sarrafar é bom
Gerúndio: sarrafando desde 6 de Setembro de 2009
INDICATIVO
Presente
eu sarrafo bué
tu sarrafas comó caraças
ele sarrafa que se desunha
nós sarrafamos há um ano
vós sarrafais e nem notais
eles sarrafam mas não se safam
Pretérito Perfeito
eu sarrafei mas confessei-me
tu sarrafaste e não te entalaste
ele sarrafou que se fartou
nós sarrafámos e desta já nos safámos
vós sarrafastes e nem piastes
eles sarrafaram para nós sarrafarmos
Pretérito Imperfeito
eu sarrafava para onde me virava
tu sarrafavas que te fartavas
ele sarrafava c'até pasmava
nós sarrafávamos aquém e além mar
vós sarrafáveis se pudésseis
eles sarrafavam em nós se soubessem
Futuro
eu sarrafarei até que a voz me doa
tu sarrafarás em tudo o que mexa
ele sarrafará em quem de direito
nós sarrafaremos em quem mereça
vós sarrafareis connosco
eles sarrafarão a bem da nação
Condicional
eu sarrafaria e outro galo cantaria
tu sarrafarias excepto naqueles dias
ele sarrafaria para nossa alegria
nós sarrafaríamos melhor se soubéssemos
vós sarrafaríeis com muita pinta, temos a certeza
eles sarrafariam se soubessem
CONJUNTIVO
Presente
que eu sarrafe já é mau
que tu sarrafes agrava a coisa
que ele sarrafe só piora
que nós sarrafemos é polémico
que vós sarrafeis se assim o entenderes
que eles sarrafem e pode ser que se safem
Pretérito Imperfeito
se eu sarrafasse mais nem queiram saber
se tu sarrafasses o que eu sei que tu sabes que eu sei, nem sei
se ele sarrafasse o que nós sabemos que ele sabe, ui!
se nós sarrafássemos tudo o que nos vai na alma...
se vós sarrafásseis serieis mais felizes
se eles sarrafassem dava asneira
Futuro
quando eu sarrafar a sério quero ser como o Jardim
quando tu sarrafares como o Jardim despedem-nos
quando ele sarrafar como o Jardim, estamos lixados
quando nós sarrafarmos como o Jardim está tudo estragado
quando vós sarrafardes juntai-vos a nós
quando eles sarrafarem nós fugimos para a terra do Jardim
IMPERATIVO
Imperativo Afirmativo
sarrafa tu que eu agora não posso
sarrafe você que eu não faço dessas coisas, sou do pêpê
sarrafemos nós se outros calam
sarrafai vós que nós precisamos de férias
sarrafem vocês que nós vamos lá ter
Imperativo Negativo
não sarrafes tu e vais ver onde vais parar
não sarrafe você que nós fazemos isso
não sarrafemos nós e eles caem-nos em cima
não sarrafeis vós a foice em seara alheia
não sarrafem vocês que a ideia foi nossa
(http://www.conjuga-me.net/verbo-sarrafa
Sarrafada
forma do verbo sarrafar
Sarrafar
verbo intransitivo
⇒ sarrafaçar
Sarrafaçar
verbo intransitivo
1. cortar com um utensílio mal afiado
2. fazer barulho, serrando
3. trabalhar grosseiramente
(De origem obscura)
Sarrafado
adjectivo
regionalismo que é feito de mais de uma peça; que não é inteiriço
(De sarrafo+-ado)
Sarrafada (sar-ra-fa-da)
sarrafada sf (sarrafo+ada) Golpe dado com sarrafo; paulada, cacetada.
Faz hoje um ano que de uma conversa no Twitter sobre Monárquicos, bandeiras roubadas e engomadas e os custos da "5 à Sec" nasceu o "31 da Sarrafada".
Na altura, tal como hoje, não sabíamos muito bem o que iria ser mas havia vontade de fazer alguma coisa.
O primeiro passo foi abrir uma conta no Twitter à qual 6 pessoas (os Sarrafeiros originais) tinham acesso ao mesmo tempo, numa experiência que na altura foi única em termos de Twitter; uma conta com esquizofrenia sêxtupla onde, sem regras, se sarrafava a torto e a direito , doesse a quem doesse, fosse por que fosse, até em nós, quando calhava, gerando diálogos impossíveis de acompanhar.
Depois, com o apoio inestimável da Jonas e da sua equipa do SAPO (que está de parabéns por terem feito de um batráquio um caso de sucesso em Portugal desde há 15 anos) nasceu este blog em pleno período eleitoral. Neste blog assumimos as nossas identidades e, sem acordo prévio, cada um assinava os seus posts com uma conta distinta sendo a conta "31 da Sarrafada" para posts gerais ou para ser usada por aqueles, que por uma razão ou por outra não conseguiam entrar com o seu login. Quando assim acontecia os posts eram assinados no próprio post.
Passado pouco tempo, cada um de nós - e sem nos conhecermos pessoalmente - já conseguia identificar quem tinha escrito qual tweet mas o mesmo não se passava com aqueles que seguíamos no Twitter e isso divertia-nos. Foi nesta altura que nasceu a melhor definição de sempre do que era o "31 da Sarrafada" para nós que participávamos nele: Se algumas pessoas têm um stress ball ou um saco de boxe nós tínhamos, e temos, o "31 da Sarrafada"
Começa tudo logo na descida da Avenida do MFA pelas bifas acabadinhas de chegar em contentores via Easyjet ou Ryanair - as branquinhas peixe-rei virgens, as vermelhas gamba já com quilómetros - em produções fashion-estronça do tempo jurássico em que se ia a Londres via Porfirios para andar na moda, e a caminho da rua dos encontrões que é como quem diz onde estão os bares house pimba ou comercial “só grandes músicas”, com mini-saias pelo umbigo e sem roupa interior ou com as banhas a sair pelo cós das calças e as mamas apertadas pelo soutien dois números abaixo do número, à procura do verdadeiro macho latino, clone do Cristiano Ronaldo com três botões da camisa desabotoados a mostrar a ausência capilar e com uma amêijoa em cada orelha. O Zezé Camarinha está velho e está lá na Rocha, o middle age Allgarve do tempo em que o Algarve se escrevia só com um éle, e onde não se passa nada. As outras bifas, as que sobram, não são bifas, são indígenas clones perfeitos das bifas que pensam que se forem como as originais pescam alguma coisa, nem que seja ao chichorro. Acabam a pescar as sobras do primeiro arrasto da noite, os clones menos clones do CR7, ou aqueles que nem thank you sabem dizer malgré o Novas Oportunidades. Tudo está bem quando acaba bem.
Fuck me, I’m famous. David Guetta até tocava naquela coisa sem nome que dá pelo nome de Kadoc. Falando num algarvio irrepreensível: Maldita aora; nunca havera de sair de Legues!
(Bem Parece é o nome de uma panificadora em Albufeira com sitio logo ao cimo da Av. do MFA e que me pareceu ficar bem como título do post)
(Em stereo)

[aqui faz conta que tá uma foto de um sapato, mas agora não meto que me dá seca!]
Olá amiguinhas! Escrever neste blog é como entrar num escritório dia 15 de Agosto. Não tá lá ninguém, tudo vazio e aqui uma Lili toda esforçada a dar ao litro e é que até para os comentadores é feriado! Não merecem, é o que é! Estou eu a escrever escrever escrever e ninguém a ler, que deve ser muito complicadinho ler parágrafos de mais de três frases! Aposto que se me pusesse a falar de bola, já aparecia toda a gente ah que sim e que não e que é tudo comprado e vendido e alugado, quando um rapaz nervoso com agulhas - ai eu também me enervo tanto quando me querem tirar o meu rico sanguinho! É meu, faz-me imensa aflição vê-lo ali do lado de fora na seringa - é malcriado. Tá bem, eu não mando a senhora enfermeira para a casa da mãe dela nem para qualquer outro lado da progenitora, mas olhem que me apetecia não era mandá-la, era mesmo enfiar-lhe a seringa pela...bem adiante, que uma Lili pode enervar-se toda mas usa sempre uma reticência ou até três para dar a ideia sem a dizer, admito que no futebol a reticência não se consiga empregar com a mesma facilidade, embora também me pareça que há muita dessa reticência pernal quando aqueles rapazes de calções envergam a camisola do país e não a do clube, mas disseram-me que é por causa do seguro de perna. Ai amiguinhas, isso do seguro das pernas, agora lembrei-me, devia ser aplicado a todas a girls quando em novas! Depois, quando a celulite atacasse, podíamos receber o prémio ou lá o que é (o prémio é isso ou é o quê? Nunca percebi isso do prémio dos seguros, nunca sai, só se paga!) e já dava para uns tratamentos dos não invasivos (que eu acho que já disse aqui que detesto que me tirem o sangue com seringas, mas tirar aquela coisa amarela que se vê no youtube - digo eu que se vê porque deve haver filmes desses, mas nunca googlei essas porcarias! - com uma seringa, credo, nunca jamais em tempo algum, antes morta que furadinha nas coxas mesmo que seja por uma boa causa!).
Agora lembrei-me nem sei porquê, que estive a ver sapatos online. Giros! Uma tentação, tanto FlyLondon ao alcance de um mero clique. Já nem sei porque é que lá fui parar, estava a ler uns blogs políticos e depois encalhei num daqueles que é sempre o mesmo rapaz mas diz coisas incoerentes como se fossem vários e fiquei com caimbras. Pensei que era das chancas e fui ver o que havia de novo em sapatos, mas depois pensei melhor e foi a esquizo desse tal a bater-me como se fossem aquelas agulhas dos chineses: uma pessoa apanha um blog-esquizo pela frente da vista e fica a doer-lhe um pé. Se alguém encontrar um que se leia e tire dores das costas, isso é que agradeço! Desde que tenho um ipad que ando doente a dobrar-me para aquela treta, mas já estou farta de o encostar a coisas e escorrega sempre. Não sei porque é que não tem um apoio atrás, como se fosse uma moldura!
Vou-me já embora que o chefe acaba de me mandar um email a dizer ó Lili não te esqueças de meter fotos nos teus posts e se soubessem o inferninho que é meter uma foto aqui, sabem lá vocês! Olha considerem-se imaginados! Muitos beijinhos para todos da Lili!

No próximo dia 6 de Setembro, o 31 da Sarrafada comemora o seu primeiro aniversário e para celebrar essa data decidimos fazer um pequeno concurso com direito a um GRANDE prémio: Um jantar para dois com o patrocínio do Restaurante Oliva.
Concurso
Agora basta darem largas à vossa imaginação e boa sorte!

Olá amiguinhas! Imaginem que este tema me ocorreu quando hoje de tarde, de volta de um café-lanche com umas amigas, fomos abordadas por uma senhora que nos ofereceu uma Carolina Herrera na rua. Eu não quis porque era branca e nunca fui muito de andar de frigorífico à tiracolo e as minhas amigas já tinham comprado as delas (vermelhas, pretas e bejes) numa praia qualquer. A senhora, portuguesa de gema - notei logo quando me chamou "ó freguesa, olhe lá a malinha!" - era uma portuguesa morena, de argolas douradas e trança e vestida de preto até aos pés, chinelas e isso, super fashion embora talvez um tudo nada mais Outono-Inverno do que os 29 graus de Lisboa. Vai daí, um pensamento leva a outro e lembrei-me logo daqueles romenos todos que foram passar férias prolongadas a França e acamparam em sítios proibidos. Coitados! Não havia vagas nos orbiturs ou isso, tiveram que armar o estendal em propriedades privadas e a bófia da terra entregou-os lá ao SEF do local. Não sei, não me parece nada bem. Tudo. Não acho nada bem que um romeno me acampe no jardim, digo eu, mas também não sabemos exactamente qual o conceito alargado de férias, não é? Um mês? Dois meses? Um ano? Vinte? Isto assim é complicadíssimo!
Mas se os romenos podem, não é, então toda a gente pode. Sei lá, os ingleses podiam acampar todos no Jardim Botânico, deve ser húmido, sentiam-se em casa. Ou os nórdicos, todos com tendinhas em Serralves. Eu até achava colorido! Não acho bem é que só os romenos possam, se são todos iguais e cidadãos da Europa, toda a gente tem que poder. Eu nem sou de armar a tenda se não tiver pelo menos meia dúzia de estrelas, mas era giro, para os miúdos, acho uma boa experiência de aprendizagem, iam acampar para Hyde Park, para Parc Guell, lidavam com a natureza, muito mais saudável que as pousadas da juventude quando vão aos seus circuitos educativos de verão. Não podemos é tratar algumas pessoas como (ai vou dizer a palavra!) "etnias", quando na realidade são cidadãos europeus com todos os direitos e igualinhos aos outros: isso é ser-se preconceituoso e depois aparecem logo os chanatodeputados a berrar! Os romenos têm mais é que poder acampar onde bem entendem e os portugueses também e mais os - não me lembro ao certo quais são, que todos os dias aparecem novos - os não sei quantos de países da UE. Acampamentos grátis para todos! (e já agora we-fit, aquela coisa da net que não é preciso usar fios quando se liga a luzinha azul no computador).
E depois, como estava a pensar nesses franceses donos dos terrenos onde os romenos acamparam e nos franceses em geral, lembrei-me que os moçambicanos têm todos que ir passar férias a Paris para terem acções de formação presenciais sobre eventos de animação de rua. Imagine-se que hoje ouvi que andaram num grande after a queimar pneus! PNEUS?! Mas que ideia peregrina, queimar pneus! Não serve rigorosamente para nada, senão para uma grande fumarada. Ora que coisa! Alguém os tem que levar a Paris para visitarem os verdadeiros especialistas da pirotécnia automóvel que são os franceses. Pneus...taditos. É por isso que a África está como está, ninguém os ensina a pescar. Aposto que os pneus eram recauchutados e enviados por alguma ONG.
Muitos beijinhos para todos da Lili!
(imagem Creative Commons autor Lainmoon)
É que São Bento não rima!
Olá amiguinhas! Ando aqui com esta dúvida e era basicamente por aqui que queria começar o meu comentário político, porque me dá tanta tanta seca falar dos 0,00000000001% dos talvez nem estejam até desempregados e que estão ali entre o INE e o Interstatos ou lá o que é, no caminho entre o oficial e o se calhar até são mais mas vamos fazer de conta que não, esses assuntos áridos e aborrecidos que só significam mais uns quantos sem emprego, e daí, não é? O que interessa é a estatística e não se as pessoas não comem! Ah detesto essas conversas, detesto-as, só me apetece agarrar naquele rapaz de cabelo grisalho, virá-lo ao contrário e dar-lhe umas valentes palmadas mas depois ainda pensavam que era algum fetiche jugular...não, a dúvida mesmo que me assola (adoro dúvida assoladoras, daquelas que parece mesmo que tiram o sono, mas depois ainda pensavam que era algum fetiche albergador de insónias, portanto adiante adiante) a dúvida, queridinhas é saber se aquele rapaz também giraço e que tem a ambição de ter o cabelo grisalho um dia (pró que havia de lhe dar!) é mesmo estrábico ou se é só da franjola! Alguém me diz? Usem ali aquele coiso em baixo que diz incêndios e respondam a esta enquetezinha! São uns queriduchos, obrigada obrigada! Muitos beijinhos da Lili!
PS: O Obamica a brincar ao tira agora daqui e põe ali os soldadinhos fica tão giro, não fica? Ora ali está um rapaz que sabe usar cachecóis e tropas!
Olá amiguinhas! Long time no see, queridíssimas! Mas estou de volta, mais de volta que nunca, agora em political-mode que é uma daquelas coisas que sempre me apeteceu mas não sei, nunca calhou! É como as aulas de culinária que a Bimby oferece, dizemos ah que sim, e vamos, claro, queremos imenso aprender os truques da colher inversa e do peso da pitada quêbê mas depois nunca dá, não há tempo, uma maçada, é como a politica e a cidadania, uma pessoa quer imenso, mas nunca calha, ou porque é praia, ou porque havia uma coisa nesse dia ou porque o livro de reclamações é uma chatice ter que preencher aquilo tudo numa letra mínima para caber numa página! Mas apetecia-me imenso voltar à blogsfera, que antes destes leitores deste sarracoiso terem nascido para o Face e assim, já eu tinha blog! Tinha tanto um blog (e antes disso outro que apaguei mas a net é lixadíssima e guarda tudo) que agora até o quis reabrir no sapo e já lá estava, com outro autor! Tss tss, não há respeito pelos bloggers mais antigos, é o que é! Mas eu logo me entendo com a minha amiguinha que manda nisto tudo porque eu, amiguinhos, eu tenho amiguinhas e assumo! E entretanto vou escrevendo aqui, de qualquer maneira foi para aqui que me convidei, porque eu quando quero uma coisa tenho amiguinhas e tenho outra coisa como por exemplo inimigas do pior mas que se podem utilizar de forma maximizadora ou lá como se diz: pois é, amiguinhas, sim, estou a falar da minha odiosa autora. A criatura está cada vez mais insuportável, não se aguenta, oh, mas porque é que eu tive que ter a azar de ter uma autora assim? Com tanto autor xelente e trau, havia de ser aquela. Um inferno e continua sem me deixar postar no blog dela, que deve achar que é muito importante para um amor de pessoa como eu, que sou uma querida. Estúpida! Convencidona! E então convidei-me para aqui, disse-lhe que ou o chefe disto me convidava ou havia de ser bonito. Claro, ele disse logo que sim, senão tinha que a aturar, eu teria feito o mesmo, livra!
E então amiguinhas aqui estou eu, para decifrar gravatas políticas, mistérios e esboatar-me toda pela blogsfera política adentro! Ai vai ser tão giro, estou a adorar isto! E tenho um esgroviatar todo pink, lindo! Já viram? Estou tão contente de aqui estar! agora vou ali mudar da Sic Mulher para a Sic Notícias uns dez minutos para ter coisas importantes para dizer, é assim que se faz não é? Dez minutos será demais? Se calhar é, mas logo verei.
Um grande beijinho da Lili!
PS: ai que me esqueci! Eu sou um troll, mas sou querida! Sou uma trolinha querida é isso mesmo! Beijinhos!

Se pensavam que eram umas acreditações e um convite para jantar que nos ia acalmar, comprar e fazer do 31 da Sarrafada um blog aliado da nova direcção do PSD estão muito bem enganados. Se restavam algumas dúvidas fica aqui a declaração pública.
Por aqui dão-se sarrafadas a torto e a direito, vai fazer no próximo dia 6 um ano. E isso não vai mudar.
Ao Domingo pela tardinha fico a saber que ou sou do PP, ou do PSD ou até talvez seja um membro dos Serviços Secretos Iranianos segundo a Dra. Fernando Câncio.
Não sabia que ao ir a uma qualquer Manifestação em Lisboa, era preciso picar o ponto com a Dra. para fazer parte da lista dos "bons" (logo ela que ficou tão ofendida quando eu próprio disse que não a tinha visto - nunca a tendo acusado de não ter comparecido - no Arraial Pride no que foi meramente uma brincadeira e uma provocação)
A Dra. Fernando Câncio faz um péssimo serviço ao activismo e à cidadania quando começa a contar cabeças, acusando a torto a a direito (mais a direito que todos sabemos para onde pende o coração da Dra.) todos os que ela acha que não estiveram presentes.
Mas isso ela não deve (quer?) compreender pois é muito mais interessante, e vantajoso, usar a situação trágica de uma mulher no Irão para fazer combate político interno.
Haja pachorra e que o volte o Inverno de pressa pois textos como este só se justificam com o imenso calor que se faz sentir.
Em entrevista à poucos minutos a Mário Crespo, na SIC Notícias, Ana Gomes, a diplomata segundo Crespo, considerou que o que o governo de Sarkozy está a fazer é similar ao que Hitler fez com os judeus.

Deixando de parte o disparate da afirmação existem algumas coisas que são importantes e que a comunicação social, como sempre mais interessada no sangue do que nos factos, tem ignorado:
1. Quem está a ser expluso de França não o está a ser por ser cigano: está a sê-lo porque se encontra em situação ilegal independentemente da etnia a que pertence.
2. A Roménia e a Bulgária ainda não são membros de pleno direito da União Europeia e por isso o tratado de Schengen não se aplica.
3. Qualquer cidadão Europeu pode ser expulso de qualquer outro país Europeu se não cumprir uma série de requisitos mínimos impostos por cada país.
Poderia o governo Françês fazer as coisas de outra maneira? Podia sem dúvida, e são de criticar os métodos usados pela polícia francesa em algumas situações, mas dizer que o governo Francês está a ter uma atitude "xenófoba" é um puro disparate.
Disparate esse que será repetido agora pela comunicação social, com o patrocínio de Ana Gomes.
Anda tudo doido.